Posted on June 8, 2007 by Edgar Costa

Os Keane vão actuar na cidade do Porto, no dia 3 de Agosto. Este concerto no Parque da Cidade (Queimódromo) será a única actuação desta banda britânica este ano em Portugal.
Posted on June 4, 2007 by Edgar Costa
Há músicas que nos prendem quando as ouvimos uma vez, por mero acaso. Como naquelas alturas em que estamos a conduzir ao fim do dia, mortinhos por chegar a casa, e a rádio passa aquela música que nos desperta do estado de letargia a que já nos tínhamos rendido. Qualquer um dos singles de “The Invitation”, álbum de estreia dos Thirteen Senses, tem esse efeito. “Into The Fire” é o expoente máximo desta teoria, sendo crível que seja a música mais conhecida do grupo. Os outros dois singles, “Thru The Glass” e “Do No Wrong”, apesar de não terem merecido tanta exposição mediática, rivalizam em termos de qualidade e de sensações proporcionadas com “Into The Fire”.
Os Thirteen Senses, formados em 2003, são uma banda inglesa da Cornualha, e depois de “The Invitation”, lançado em 2004, já lançaram o álbum “Contact”, este mais recente, disponível desde Abril de 2007. A sonoridade dos ingleses soa a um Indie descomplexado e muito, muito calmo. A banda toca o rock ao de leve, vai beber inspiração ao pop, mas acaba por ficar numa das ramificações do indie; será de todas elas a mais calma, mas é claramente um estilo bastante alternativo.
O alinha
mento do disco poderia estar mais bem conseguido. A primeira faixa apresenta-nos “Into The Fire”, escolha esta, quanto a mim, bem pensada, pois consegue prender o ouvinte e deixá-lo com água na boca para o que vem a seguir. Com uma letra simples, uma sonoridade agradável e um ritmo simpático, esta música tem tudo para ficar no ouvido. Foi usada em várias séries, como “Anatomia de Grey”, “O Apelo – Tru Calling” e “ER – Serviço de Urgência”. A segunda faixa, “Thru The Glass”, deveria estar situada algures para o meio do álbum, entre a 5ª e a 6ª faixa, uma vez que as últimas melodias do álbum são demasiado lentas, demasiado paradas, demasiado desinteressantes. Não deixa, porém, de ser uma música cativante, principalmente pelo ritmo bastante original e movimentado – é, para mim, a melhor faixa do disco. Até final, ainda se deve destacar “Lead Us”, uma música que fala sobre oportunidades perdidas, que conta com uma aprazível sonoridade. As outras faixas, principalmente a partir da 9 e até à 11, deixam algo a desejar.
Um trabalho curto, simples, agradável. Para treze sentidos, três adjectivos. Para álbum de estreia acho que está bom, mas espero que “Contact” esteja ainda melhor.
Avaliação: 6,5/10
Posted on June 1, 2007 by Edgar Costa
A passagem de Tom Morello com Dave Matthews Band no Pavilhão Atlântico fez-me procurar um pouco mais o trabalho desde conhecido músico.
Depois de Rage Against The Machine e Audioslave Tom Morello regressa com um projecto minimalista. Deixa a guitarra eléctrica de parte. Pega na viola clássica, na harmónica e nas suas letras social e politicamente interventivas e inventa um estilo blues-folk-country.
No pavilhão atlântico entrou sozinho em palco e a multidão que esperava Dave Matthews Band não o assustaram, sempre interventivo e directamente contra os políticos americanos, Tom governou e condenou-os num actuação de cerca de 35min.
Não estaria à espera de um projecto deste género de um músico considerado por muitos como um dos melhores a executar riffs e quem não se lembra disso em RATM e Audioslave por isso convido-os a ouvirem parte do seu trabalho no seu site oficial.
Posted on June 1, 2007 by Edgar Costa

A espera por uma das melhores bandas ao vivo foi longa. Dave e os seus companheiros subiram ao palco após a simples abertura de noite de Tom Morello (Rage Against The Machine, Audioslave) que apresentou o seu projecto a solo intitulado The Nightwatchman.
A banda de Dave brindou o atlântico, perto da lotação esgotada, com temas variadíssimos mas a primeira ovação da noite foi com ‘Crash Into Me’. “Obrigado por terem esperado” disse Dave a uma plateia emotiva e satisfeita enquanto a energia em cima do palco era idêntica a vivida na plateia.
Posted on June 1, 2007 by Edgar Costa
CUE Splitter é uma aplicação freeware que separa um ficheiro áudio em diversas faixas áudio usando as informações que o ficheiro CUE contem. É útil quando efectuamos download de um único ficheiro áudio (MP3, APE, FLAC, OGG etc.) e com ele vem um pequeno ficheiro CUE que contem as informações sobre as faixas, título, artista, duração. Assim podemos cortar o ficheiro áudio pelas faixas de áudio sem ter que gravar para cd.
