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	<title>111graus - comunicação eclética e cultural &#187; BTT</title>
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		<title>Rescaldo do Raid da Lama</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 11:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BTT]]></category>
		<category><![CDATA[raid da lama]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro empeno do ano. 54km em 4h01min. Foi um raid bastante rolante. Com bons estradões, single tracks e algumas descidas vertiginosas em que arrisquei descer em cima da bicicleta. Tirando o frio (3º graus logo na partida) é um raid para repetir nos próximos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro empeno do ano. 54km em 4h01min.</p>
<p>Foi um <em>raid </em>bastante rolante. Com bons estradões,<em> single tracks</em> e algumas descidas vertiginosas em que arrisquei descer em cima da bicicleta. Tirando o frio (3º graus logo na partida) é um <em>raid </em>para repetir nos próximos anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BTT &#8211; III Edição dos Caminhos Penosos</title>
		<link>http://www.111graus.com/2009/08/27/btt-iii-edicao-dos-caminhos-penosos/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BTT]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa 07.45H – Abertura do Secretariado Confirmação e entrega dos dorsais e saco com lembranças aos participantes. 09.05H – Briefing do evento Pequeno resumo e cuidados a ter no passeio. 09.15h – Início do evento 13.00h – Início do Almoço O almoço vai ser servido em self-service conforme chegada dos participantes. 14.30h – Sorteio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-1125" title="btt-teatro-20092009" src="http://www.111graus.com/wp-content/uploads/btt-teatro-20092009-721x1024.jpg" alt="btt-teatro-20092009" width="300" height="426" /></p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p><strong>07.45H</strong> – Abertura do Secretariado<br />
Confirmação e entrega dos dorsais e saco com lembranças aos participantes.</p>
<p><strong>09.05H</strong> – <em>Briefing </em>do evento<br />
Pequeno resumo e cuidados a ter no passeio.</p>
<p><strong>09.15h</strong> – Início do evento</p>
<p><strong>13.00h</strong> – Início do Almoço<br />
O almoço vai ser servido em self-service conforme chegada dos participantes.</p>
<p><strong>14.30h</strong> – Sorteio de material BTT<br />
Sorteio de material BTT entre todos os participantes.</p>
<p><a href="http://btteatro.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=59:3-caminhos-penosos-&amp;catid=35:-proximos-eventos-&amp;Itemid=2" target="_blank">Site Oficial e inscrições no evento</a></p>
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		<title>BTT: Santiago da Cruz &#8211; Santiago de Compostela</title>
		<link>http://www.111graus.com/2009/08/09/btt-santiago-da-cruz-santiago-de-compostela/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 12:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edgar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BTT]]></category>
		<category><![CDATA[santiago de compostela]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[A vontade de fazer o Caminho Português até Santiago de Compostela, surgiu pela aventura e por considerar Santiago uma das minhas cidades preferidas. A preparação ocorreu com dois meses de antecedência. Coloquei o físico em forma e planeie da melhor forma a data de saída e as etapas que eu e o restante grupo devíamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vontade de fazer o <strong>Caminho Português até Santiago de Compostela</strong>, surgiu pela aventura e por considerar Santiago uma das minhas cidades preferidas. A preparação ocorreu com dois meses de antecedência. Coloquei o físico em forma e planeie da melhor forma a data de saída e as etapas que eu e o restante grupo devíamos fazer.</p>
<p>O grupo foi constituído por quatro elementos: <strong>Edgar Costa</strong> (Vila Nova de Famalicão), <strong>Batista Mesquita</strong> (Oeiras), <strong>Tiago Campos</strong> (Vila do Conde) e <strong>João Gomes</strong> (Póvoa de Varzim).</p>
<p>Destinamos que o dia de arranque seria Domingo, 26 de Julho, e escolhemos esta data por ser depois da Festa de Santiago que decorre anualmente na capital da Galega. Fugindo, desta forma, à afluência de gente na cidade e nos caminhos de peregrinação.</p>
<p>Decidimos também que o arranque seria feito de <strong>Santiago da Cruz</strong>, uma localidade do concelho de <strong>Vila Nova de Famalicão</strong>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn17o1pGONI/AAAAAAAAAvo/VRhgeFKvDgI/s640/P7260001.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Depois de uma noite mal dormida, provavelmente devido à ansiedade, fomos tomar o pequeno-almoço com o Presidente da Junta de Freguesia de Santiago da Cruz, que apoiou esta aventura que ligou os dois Santiagos.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn18_-Of9LI/AAAAAAAAAv8/lloGA4OdPXA/s640/P7260007.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Fizemos o primeiro carimbo na <strong>Credencial </strong>e colocamos as bandeiras de Santiago da Cruz penduradas nas bicicletas, mochilas ou alforges.<br />
O arranque foi feito às 9h da manhã em direcção a Braga e fomos acompanhados por dois colegas de BTT cá de Famalicão, que fizeram connosco os primeiros 15 quilómetros totalmente em estrada. Chegados à <strong>Sé de Braga</strong>, fizemos o segundo carimbo e registamos uma foto para o <a href="http://picasaweb.google.pt/111graus/BTTSantiagoDaCruzSantiagoDeCompostela" target="_blank">álbum</a>.</p>
<p><strong>Seguimos em direcção a Prado.</strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19BSh1m8I/AAAAAAAAAwA/xzV3_HJgMx0/s640/P7260012.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19EPyBhtI/AAAAAAAAAwI/yRPZJoVsrGo/s640/P7260014.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19FnPAQ4I/AAAAAAAAAwM/mH2qjqFeoFk/s640/P7260015.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Embora existam comentários que o caminho está mal marcado em <strong>Braga</strong>, não sentimos qualquer dificuldade em sair da cidade em direcção ao meio menos urbano. Percalço tivemos quando um grupo de BTTistas nos indicou que o caminho que estávamos a seguir não era o original mas sim uma alternativa ao caminho principal. Aceitamos a sugestão e seguimos atrás deles até ao ponto inicial do original. (Fica aqui a referência e o nosso obrigado).</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19HNCm5TI/AAAAAAAAAwQ/HD1Q7SHIt4s/s640/P7260016.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Pelo caminho até <strong>Ponte Lima</strong> fizemos uma pausa para reforço e outra para pedir água fresca numa <strong>aldeia</strong> bem típica do interior do Minho.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19IIEjxyI/AAAAAAAAAwU/1si479OtrOU/s640/P7260017.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>O objectivo seria chegar a Ponte Lima e almoçar, mas o encontro de pessoas conhecidas de um dos aventureiros fez com que a nossa paragem se antecipasse uns quilómetros antes de Ponte Lima. Aceitamos com satisfação o almoço oferecido [fantástico leitão], o mergulho na piscina e todas as saborosas sobremesas que estavam na mesa.</p>
<p>O resultado desta variadíssima ementa aumentou a nossa preguiça para pedalar e quase três horas depois decidimos que o melhor era fazer-nos à estrada antes que não resistíssemos ao digestivo [Whisky] que nos estavam a oferecer.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19K3SEycI/AAAAAAAAAwc/LIvyeDfo33o/s640/P7260030.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>A passagem por Ponte de Lima foi como um foguete, paragem para foto e dois minutos para ver a corrida dos galgos. Corrida tínhamos nós pela frente até chegar à Labruja.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19QKGiO8I/AAAAAAAAAww/bW-dQjVciNs/s640/P7260038.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19RedwA7I/AAAAAAAAAw0/_UpP-06ftog/s640/P7260043.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><strong>A famosa Labruja</strong></p>
<p>Muito tínhamos consultado sobre a <strong>Labruja</strong>. <em>“É a subir”</em>, <em>“Só há duas formas de subir: ao lado dela ou com ela às costas”</em>, <em>“É impossível pedalar pela Labruja”</em>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19U8xswMI/AAAAAAAAAxA/0TioVsICGGQ/s640/P7260047.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19WB7c6EI/AAAAAAAAAxE/grPk8Jwcr44/s640/P7260048.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Não se sente a <strong>Labruja</strong>. A serra aparece assim do nada, como uma tempestade ciclónica. E assim aconteceu. O <strong>Batista Mesquita</strong> foi o que se manteve mais tempo em cima da bicicleta. Os 20 quilos que eu tinha na bicicleta foram suportados pelos meus braços, o travão da frente foi o melhor apoio para nas paragens a bicicleta não cair para trás. A <strong>Labruja </strong>é severamente pior daquilo que tínhamos lido, é soberbamente mais inclinada que nas fotos que visualizamos. É maior <strong>calvário</strong> de todo este caminho que fizemos.</p>
<p><strong>A cruz dos franceses é sem dúvida um bom local para paragem</strong></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19XJnx0CI/AAAAAAAAAxI/qDxMOKKV4Pc/s640/P7260049.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>O <strong>Batista </strong>olhava-nos de lado a pensar <em>“mas estes gajos já querem parar outra vez?”</em>. Uma foto para a recordação e siga serra acima que ainda temos muito que andar até Valença.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19a_Nmk7I/AAAAAAAAAxU/WEK44Lgv_3s/s640/P7260056.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><strong>Depois da serra da Labruja o cansaço começou a fazer-se sentir</strong></p>
<p>Estava exausto e com algumas cãibras que me foram atormentando os músculos até à chegada. A poucos quilómetros de <strong>Valença </strong>o <strong>João </strong>sentiu os problemas do furo lento que tinha e tivemos de parar novamente.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19dqXeP7I/AAAAAAAAAxg/aQWg6qAWNR4/s640/P7260058.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Chegamos a <strong>Valença </strong>perto das 21h, a noite chegaria rapidamente e nós não conseguimos falar com ninguém responsável do <strong>Albergue</strong>. Sem ter nenhuma alternativa, entramos. Saudamos alguns dos peregrinos que estavam no seu interior, grande parte deles de Espanha e outros países da Europa.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19fBue4HI/AAAAAAAAAxo/5A9Fu5ZbIxg/s640/P7270062.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Nas normas do albergue lemos que fecha as 22h e que as luzes se apagam às 23h. Fomos rápido procurar um sítio para <strong>jantar</strong>. Alimentamo-nos com mais hidratos de carbono que o habitual, umas cervejas e cama que o corpo precisa de descanso.</p>
<p><strong>Dia 2</strong></p>
<p>Como guardamos as bicicletas no quartel dos <strong>Bombeiros de Valença</strong> [o nosso obrigado] não tínhamos a necessidade de acordar antes das 7h da manha. O quartel abre as 8h, por isso foi arrumar o beliche e tomar um <strong>pequeno-almoço</strong> digno de campeões. O <strong>Tiago </strong>como vinha sendo habitual comeu como um cavalo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19gILdkMI/AAAAAAAAAxs/jNztmPhgPeY/s640/P7270063.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Recolhemos as bicicletas e demoramos uns 40 minutos a consertar o furo na bicicleta do João. O arranque de Valença em direcção a Tui foi tardio e feito já perto das 9 da manha.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19oY6fjcI/AAAAAAAAAyI/N0u1unrrrFc/s640/P7270072.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Depois de uns <em><strong>“Viva La España”</strong></em> cantados em bom som pelo <strong>João </strong>estávamos no país vizinho e o João no chão. Não deve o solo de <em>nuestros hermanos</em> ter gostado da música que cantava e atiro-o ao chão mesmo ao lado da placa que anuncia terras espanholas.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19p772LQI/AAAAAAAAAyQ/E6k1ECLaBtU/s640/P7270075.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19q9SQWFI/AAAAAAAAAyU/VOS2rLzG3jI/s640/P7270076.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Procuramos uma <strong>bomba de gasolina</strong> para encher um pneu e o <strong>Batista </strong>rapidamente encontrou uma<strong> loja de bicicletas</strong> na mesma rua para comprar óleo.</p>
<p>O <strong>João </strong>por sua vez aproveitou e pediu para encher a suspensão integral da bicicleta para não andar feito um kanguru aos saltinhos.</p>
<p>A partir de <strong>Tui </strong>aceleramos o ritmo, passamos por diversos peregrinos que tinham abandonado o albergue mais cedo e ultrapassamos rapidamente a zona industrial de <strong>Porriño</strong>.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19r3lOYmI/AAAAAAAAAyY/l15eQMBCm4A/s640/P7270079.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Chegados a esta localidade perdemos o <strong>Tiago </strong>de vista, alguns contactos e ele informou-nos que ia continuar a pedalar. Abastecemo-nos de alimentos num supermercado local e alguns quilómetros depois paramos junto ao albergue de <strong>Mos </strong>para almoçar.</p>
<p>Do <strong>Tiago </strong>pouco sabíamos, estranhávamos a sua <strong>altíssima potência</strong> para a fuga ao pelotão. <em><strong>Estaria dopado?</strong></em> Recolhemos uma foto em <strong>Redondela </strong>sem o <strong>Tiago </strong>e continuamos a seguir o trilho do <strong>GPS </strong>do <strong>Batista</strong>, ignoramos o aviso que existia para irmos à volta, cruzamos este excelente riacho de agua gelada. Hora do refresco e da fruta fresca que compramos em Porriño.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19syjuYrI/AAAAAAAAAyc/Zd9zmf3N_kA/s640/P7270080.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19uFjb6GI/AAAAAAAAAyg/luTlLT_EIeE/s640/P7270083.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19vmGvGEI/AAAAAAAAAyk/OjapbqZTnWo/s640/P7270084.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><em><strong>“O Tiago ligou, disse que está numa marisqueira logo a seguir a Arcade”</strong></em>, este nosso <strong>super guerreiro</strong> conseguiu almoçar durante uma hora e mesmo assim não o apanhamos. Já haviam apostas: <em><strong>“ele apanhou boleia de uma carrinha ou outro veículo”</strong></em>. Só uns dois quilómetros antes de <strong>Pontevedra </strong>é que o encontramos, estava com a super <strong>Lapierre </strong>estacionada numa esplanada de um café, trocamos umas certas impressões com postura que teve em pedalar cinco horas sozinho e seguimos para o centro da cidade.</p>
<p>No centro de <strong>Pontevedra </strong>fizemos uma paragem obrigatória com um furo meu. Em menos de cinco minutos o mestre <strong>Batista </strong>reparou o problema e seguimos. Queríamos chegar o mais perto possível de Santiago.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19wXr7SvI/AAAAAAAAAyo/8SGDLW32r8g/s640/P7270086.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Chegamos ao albergue em <strong>Briallos </strong>bastante cedo. Estava cheio e informaram-nos que teríamos de dormir no chão. Fizemo-nos à estrada. Ainda tínhamos alguns quilómetros para fazer até <strong>Caldas de Reis</strong> &#8211; o nosso destino final deste segundo dia.</p>
<p>Ao cruzar a estrada <strong>N505</strong> decidi atrair a malta para irmos ver as cascatas do <strong>Rio Barosa</strong>, aceitaram o pedido e pedalamos menos de 1000 metros fora do caminho. Paramos por uns minutos, capturamos umas fotos e regressamos à rota.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh4.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19zPuC1zI/AAAAAAAAAyw/y0o5ZGPfC4E/s640/P7270089.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><strong>Caldas de Reis estava cada vez mais perto</strong></p>
<p>À chegada procuramos o convento de Freiras que nos tinham indicado em Briallos, a irmã com quem falamos indicou-nos um local para dormir por 15 euros. Achamos caro e decidimos procurar um <strong>Hotel</strong>. Ficamos no <strong>Sena</strong>, em quarto duplo por pouco menos de 40 euros. Guardamos as bicicletas na garagem, onde ficaram seguras e pela primeira vez tínhamos toalhas secas e um quarto com televisão.</p>
<p>Fomos depois colocar as pernas nas <strong>termas </strong>locais e de seguida à <strong>O Muiño</strong>, a taberna mais famosa da localidade.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn19z3N0DGI/AAAAAAAAAy0/4_5Y--9YEIg/s640/P7270096.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><strong>Dia 3</strong></p>
<p>Para este último dia, eu decidi, não continuar de Santiago de Compostela para Finisterra como inicialmente estava previsto. Desta forma, partimos com tempo, tomamos o pequeno-almoço no Hotel e seguimos como o caracol. Tínhamos pouco menos de 40 quilómetros para fazer e esse facto fez-nos ir devagar. Estavam reservados os melhores trilhos que fizemos durante todo o caminho. Não recordamos quantos quilómetros foram, mas de <strong>Cruceiro </strong>até <strong>Valga </strong>gozamos uns excelentes trilhos &#8211; sombrios, frescos e cheios de vegetação.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn192TgOAgI/AAAAAAAAAy8/GSlnYLMyfAI/s640/P7280098.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn197_jly3I/AAAAAAAAAzU/G572w_pEGDA/s640/P7280107.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh3.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn195zjy_PI/AAAAAAAAAzM/2OuTrXNKTAw/s640/P7280104.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>Mais um pouco de <strong>ciclo turismo</strong>, mais um furo e começamos a chegar próximo da área urbana de <strong>Santiago</strong>. Aqui separamo-nos e pedalamos pelo alcatrão, sempre a subir e saudar os peregrinos que iam a pé pelo passeio. <em><strong>“Buen camino, peregrino!”</strong></em> e <em><strong>“Un poquito más y llegarás a Santiago”</strong></em>.</p>
<p>Foram estas as nossas últimas palavras no último esforço que fizemos nesta viagem.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh6.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn1983jNNZI/AAAAAAAAAzY/VnES3HPGtN8/s640/P7280109.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://lh5.ggpht.com/_sBaWv2QrgWU/Sn1995oAUcI/AAAAAAAAAzc/AvkbCIie-8o/s640/P7280110.jpg" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>A chegada à famosa <strong>catedral </strong>foi feita com <strong>cavalos </strong>do <strong>João </strong>e com o espírito de missão cumprida. Recebemos a <strong>Compostela</strong>. Almoçamos e convencemos o <strong>Batista </strong>a não voltar de bicicleta para Portugal. O resto da tarde foi passado em <strong>amena cavaqueira</strong> sobre bicicletas, pneus, câmaras-de-ar e algumas lições de mecânica que o <strong>Batista </strong>partilhou connosco.</p>
<p><strong> Três dias, 216 quilómetros, 3800 metros de acumulado e muitas histórias partilhadas.</strong></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.pt/111graus/BTTSantiagoDaCruzSantiagoDeCompostela" target="_blank">Mais fotos desta aventura</a></p>
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