Archive for the Leituras Category
Posted on May 5, 2010 by Edgar Costa

Última leitura: A vida é como um circo é um livro para quem vive freneticamente com a vida pessoal e profissional. Para quem se queixa diariamente de falta de tempo. Para quem não sabe organizar a sua vida em função de prioridades.
Ao todo são menos de 100 páginas rapidíssimas de ler e reler, com uma comparação entre um espectáculo circense e o malabarismo que fazemos diariamente com o que temos de fazer.
Posted on May 4, 2010 by Edgar Costa

O OberCom publicou um interessante estudo sobre a utilização da Internet em Portugal (dados de 2009).
A publicação teve a colaboração do SAPO e tem como objectivo dar conta da evolução da utilização da Internet no nosso país, tendo em conta os acessos e os perfis dos vários cibernautas.
O estudo está organizado por várias secções: os utilizadores; estratégias de utilização da Internet; os impactos sociais e impactos da Internet nos Media nacionais.
PDF
Posted on February 8, 2010 by Edgar Costa
No âmbito do módulo de Recursos Humanos que estou a leccionar actualmente deixo aqui três princípios que Belmiro de Azevedo expôs no prefácio do livro Novo Humanator.
O capital humano é o principal instrumento de crescimento e riqueza dos países, com especial relevo para os países pequenos e periféricos como Portugal.
O capital humano, tal como o capital financeiro e tecnológico, tem que ser redescoberto e renovado.
A função Recursos Humanos ou Pessoal, tal como é desenvolvida na maioria das empresas, é uma função em extinção.
Boas leituras…
Posted on January 14, 2010 by Edgar Costa

Não há maior liberdade do que viajar ao sabor do tempo.
Neste novo livro de textos inéditos, o viajante apresenta ao leitor as suas impressões sobre as suas mais recentes andanças. Durante quinze meses, andou sem pressas e sem datas por destinos tão fabulosos e longínquos como as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia.
E, de terra em terra, entre um abraço e uma despedida, Gonçalo Cadilhe partilha com o leitor os encontros, os lugares, as leituras, os contratempos e as alegrias de uma viagem em slow-motion pelas estradas de um planeta sem segredos para o viajante mais determinado da actualidade.
1 Km de Cada Vez, foi o livro que terminei recentemente.
É um livro fácil, que pode ser aberto em qualquer página. Não obedece a princípio, meio e fim. Mas sim a textos soltos que dão origem a uma compilação de textos inéditos escritos pelo autor, Gonçalo Cadilhe.
Pelo livro o autor viaja durante 15 meses, sem pressa e sem datas por destinos tão diferentes e longínquos. Sudeste Asiático, América Central, Polinésia ou África Austral são alguns dos exemplos.
Posted on August 11, 2009 by Edgar Costa

O meu recente ressuscitar para o mundo do pedal levou-me a ler muito rapidamente o livro Até onde vais com 1000 euros? A viagem de bicicleta a Santiago de Compostela foi também uma das razões que me levou a quer consumi-lo rapidamente e dai tirar algumas conclusões úteis.
Este livro de fácil leitura acompanhou-me tanto na esplanada como na praia e foi excelente companhia para as noites calorosas deste verão. Uma aventura de bicicleta, que levou dois amigos de Lisboa até Dakar.
Este é um livro que envolve o leitor e o leva rapidamente para África. No final a vontade de descobrir este enorme continente que começa bem por baixo do nosso Algarve é enorme [talvez num futuro próximo passe por Marrocos].
Este livro pegou de tal forma, que já comprei o Pedalar devagar – uma aventura de 4 anos pela Asia que falarei mais tarde.
Sinopse
“Montados na Mikelina e na Penélope, duas bicicletas de baixo custo, “com bússolas compradas nos chineses”, Carlos e Jorge fizeram-se ao caminho, sem sonhar que das suas aventuras iriam constar experiências como comer cabeça de cabra num barbeiro em Tiznit, ou uma tagine de camelo (sabe a torresmo, garantem); que a imagem dos flamingos a voar no Parque Nacional de Khenifiss, onde quase ficaram soterrados na areia, se lhes gravaria na mente; ou que regressariam com muitos amigos novos na bagagem.” Katya Delimbeuf, in Expresso (Revista Única, 24.05.2008) “É uma lição de economia doméstica. Dois portugueses, duas bicicletas e mil euros. No fim, não aguentaram e rebentaram o orçamento: comeram um bitoque à entrada de Portugal.” Joana Stichini Vilela, in Sábado (24.07.2008) “Uma viagem chamada liberdade [...] Não haverá nunca melhor viagem do que a que é planeada ao sabor do destino.” Sancha Trindade, in Meia Hora (Suplemento Extraordinário, 17.10.2008)
ateondevaiscom1000euros.blogspot.com
Posted on June 25, 2009 by Edgar Costa

Não é a primeira vez que falo de António Variações – um dos maiores ícones da musica portuguesa. Do tradicional ao pop, criou um estilo único que serve de inspiração para muitas das actuais pandas nacionais.
Do artista, muitas são as histórias e imagens que recordamos, sobretudo on-line. António Variações entre Braga e Nova Iorque é efectivamente uma boa biografia que há poucos dias comecei a ler. Entre diversas histórias sobre a vida do cantor português pode-se saber mais sobre o nascimento de Variações, das viagens para Londres e Amesterdão, da mudança de barbeiro para cantor e o mito que nasceu uns anos após a sua morte.
Sinopse
Este é o primeiro trabalho de recolha biográfica sobre António Variações, músico e cantor emblemático dos anos 80, que gravou apenas dois álbuns e um single de originais mas que marcou para sempre a música e a sociedade portuguesa. Com esta biografia, António Variações entre Braga e Nova Iorque, a autora faz uma viagem pela realidade portuguesa entre os anos 40 e a década de 80, assinando aquela que será, de certo, uma obra de referência na História cultural das mentalidades contemporâneas do nosso País. A vida do cantor mais iconográfico da música popular portuguesa, é assim ligada à realidade do Portugal profundo, ao longo de um intenso e rigoroso trabalho de pesquisa.
A autora conheceu António Variações em 1982 como jornalista. Apoiada nas memórias desses encontros e numa pesquisa rigorosa baseada na recolha de numerosos depoimentos gravados, de familiares e outras pessoas que cruzaram a vida de António Variações, e recorrendo ainda a um rico acervo de artigos de imprensa escrita, Manuela Gonzaga transporta o leitor para a Lisboa do início dos anos 80, quando nascia a noite do Bairro Alto e se lançavam os primeiros manifestos pós-modernistas.
Livro da Âncora Editora
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