Posted on February 8, 2010 by Edgar Costa
No âmbito do módulo de Recursos Humanos que estou a leccionar actualmente deixo aqui três princípios que Belmiro de Azevedo expôs no prefácio do livro Novo Humanator.
O capital humano é o principal instrumento de crescimento e riqueza dos países, com especial relevo para os países pequenos e periféricos como Portugal.
O capital humano, tal como o capital financeiro e tecnológico, tem que ser redescoberto e renovado.
A função Recursos Humanos ou Pessoal, tal como é desenvolvida na maioria das empresas, é uma função em extinção.
Boas leituras…
Posted on January 14, 2010 by Edgar Costa

Não há maior liberdade do que viajar ao sabor do tempo.
Neste novo livro de textos inéditos, o viajante apresenta ao leitor as suas impressões sobre as suas mais recentes andanças. Durante quinze meses, andou sem pressas e sem datas por destinos tão fabulosos e longínquos como as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia.
E, de terra em terra, entre um abraço e uma despedida, Gonçalo Cadilhe partilha com o leitor os encontros, os lugares, as leituras, os contratempos e as alegrias de uma viagem em slow-motion pelas estradas de um planeta sem segredos para o viajante mais determinado da actualidade.
1 Km de Cada Vez, foi o livro que terminei recentemente.
É um livro fácil, que pode ser aberto em qualquer página. Não obedece a princípio, meio e fim. Mas sim a textos soltos que dão origem a uma compilação de textos inéditos escritos pelo autor, Gonçalo Cadilhe.
Pelo livro o autor viaja durante 15 meses, sem pressa e sem datas por destinos tão diferentes e longínquos. Sudeste Asiático, América Central, Polinésia ou África Austral são alguns dos exemplos.
Posted on January 8, 2009 by Edgar Costa

Ora aqui estão as próximas leituras. Ainda não acabei o “Os senhores da má língua” que a Cátia me ofereceu mas é de leitura tão acessivel que rapidamente o vou terminar.
No caso da imagem primeiro é o HTML, XHTML, and CSS for Dummies que encomendei da Amazon quando estive em Inglaterra [portes gratuitos] o segundo é o Pro PHP, Patterns, Frameworks, Testing and More que o gajo da Fragmentized me ofereceu. Aqui está um belo exemplo de um 8 e de um 80.
Embora o primeiro tenha sido comprado para me apoiar nas aulas que vou dar de HTML e criação de websites tem alguns capitulos bem interessantes e mais avançados [fora do dummie-mode] que vou certamente consultar.
O segundo é mais um investimento na reforma-evolução das minhas skills que por vezes parecem estagnadas na época da línguagem procedimental. Para a frente é que é o caminho – a ver se é desta que passo completamente para a OOP.
A ver se para a próxima semana já há novidades neste campo.
Posted on December 8, 2008 by Edgar Costa
Este fim-de-semana, que até é prolongado, tenho dois livros para ler ou pelo menos alcançar um grande numero de páginas.
O primeiro tem o nome de Haxe e é do Manuel Arouca. O outro livro é o “Os senhores da má língua” que dispensa qualquer apresentação. Este último foi oferecido pela Cátia Castro.
Haxe

Uma família normal em que o pai, um liberal dos anos sessenta, resolve dar haxe ao filho e fumar com ele, convencido de que assim o “solta” mais porque o filho é um marrão muito atado com as raparigas. O resultado é que, a partir daí, a vida do filho vai por água abaixo, arrastando com ele toda a família.
No livro fica a perceber-se que o haxe contém hoje em dia substâncias muito mais viciantes do que antigamente, ou seja, já não é apenas uma droga recreativa.”Haxe”, cujos capítulos parecem dividir-se em sequências, foi escrito com o realismo e a rapidez de acção próprias do cinema; as personagens parecem saltar do papel e encarnar ao nosso lado, conseguimos sentir-lhes tanto o cheiro como o desespero. Ao ler o livro, o leitor poderá respirar fundo nalguns momentos de humor e de ternura, mas a vertiginosa metamorfose dos heróis em anti-heróis deixá-lo-á sem fôlego.
No entanto, esta é acima de tudo uma história para dar que pensar: por ser baseada em factos verídicos, por fazer vacilar os alicerces de algumas crenças liberalizantes e por denunciar as posturas geracionais que não resistem aos dias de hoje.
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Os senhores da má língua

Mais de dez anos depois do fim de A Noite da Má Língua, Manuel Serrão, Miguel Esteves Cardoso e Rui Zink, as línguas mais afiadas do país, reencontraram-se para dissecar os principais acontecimentos e mudanças ocorridas em Portugal nos últimos dez anos.
Esta divertida obra é o resultado dessa sessão de maledicência, em que ninguém é poupado à sátira e ao humor acutilante dos autores.
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