Com o objectivo de promover a tour do Battle For The Sun os Placebo disponibilizaram no seu site um download gratuito com 5 faixas de audio.
Uma da própria banda e as restantes das bandas que fazem a primeira parte dos concertos agendados para a Europa nas próximas semanas.
A banda de Brian Molko responde assim positivamente ao boom que leva as bandas a lançarem material promocional e gratuito on-line, promovendo desta forma, o download legal e o consumo de música.
01. Placebo – Breathe Underwater (Live at Pukkelpop 2009)
02. Expatriate – Get Out, Give In (Album Version)
03. Silversun Pickups – Panic Switch (Recorded live for KCRWs Morning Becomes Eclectic)
04. The Horrors – Sea Within A Sea
05. United – For What I Feel (Live At Debaser)
Este bundle está disponível à distância de um click e de que rápido registo.
“Os velhos contam histórias porque há coisas que não podem ser ditas de qualquer maneira.”
Desta vez o Alerta Escuta traz até vós Os Velhos – um quarteto de pop-roque em português. São de Lisboa. Pertencem à editora Amor Fúria e figuram na minha lista de música emergente nacional.
O que dizer deles? O texto abaixo escrito por Manuel Fúria explica melhor que ninguém como são Os Velhos.
“Os Velhos são a primeira banda da segunda geração da Amor Fúria: presenças assíduas nos primeiros concertos dos Golpes e dos Smix Smox Smux, rapazes com a energia própria de quem vive as coisas na altura certa e não perde tempo quando o tempo urge e dita as regras. Mas a identidade destes 4 rapazes (Sebastião, Francisco Xavier, Lucas e Zé Preguiça) ultrapassa os auscultadores do Ai Pode e define-se, certeira, no cruzamento entre o ruído imberbe que bate contra as paredes de uma certa garagem na Rua das Chagas, na Bica, e o poema épico descrito numa corrida com início no Marquês de Pombal e final no Cais das Colunas, na Praça do Comércio – Avenida da Liberdade e Rossio, tudo junto, incluídas no mesmo percurso.(…) As canções dos Velhos transportam-nos para os lugares primordiais de um tempo em que somos novos e a força, a vitalidade, as possibilidades e a esperança do mundo se apresentam em toda a sua glória. Essa força, essa vitalidade, esse esplendor, encontram morada, colina a colina, revisitadas em turnos que se fazem numa bicicleta que veio de Roma, em Itália: Lisboa, Cidade-Aberta.” (Manuel Fúria)
Lançaram esta semana um EPgratuito composto por quatro temas. Download obrigatório!
Fotografia de Carlos Ramada retirada do My Space d’Os Velhos | Via A Trompa.
Samuel Úria é um músico português e membro do movimento FlorCaveira. Tem efectuado bastantes concertos por todo o país e o seu nome é já bastante apelidado na Galiza. Samuel é um criativo musical, fortemente inspirado por António Variações e Heróis do Mar. Recria a música popular portuguesa com um toque especial e deposita uma voz única nas suas letras. Um artista em crescimento e bastante celebre neste emergente movimento de música cantada em Português.
No passado 10 de Junho, dia de Portugal, decidiu gravar um disco “a partir do zero”: escrever canções, compor instrumentais e gravar as vozes (não necessariamente por esta ordem). O processo foi acompanhado por diversos cibernautas, eu inclusive, que tinham ao dispor um streaming do laboratório musical de Samuel Úria.
O músico lançou um EP, que guardo na estante relíquias, intitulado Em Bruto com cinco temas. É esperado um álbum até ao final do ano, assim espero.
Eu sei que já passou duas ou três semanas desde a vinda do Yann Tiersen à Casa das Artes de Famalicão, mas como disse num post anterior: não tive tempo para escrever aqui no blogue.
Quanto ao espectáculo em si: forte, excepcional, roqueiroe sem os clichés franceses que Tiersen nos habituou. É natural que muita gente tenha saído daquela sala menos contente, mas Yann Tiersen é muito mais que as duas bandas sonoras que lhe deram protagonismo. Sem piano ou acordeão, este concerto foi mais intenso, menos clássico e mesmo os temas mais importantes da sua carreira foram carregados de uma forte componente rock.
Mais fotos e comentário sobre o concerto no site do Frequência Máxima.